O excesso da carga tributária brasileira não é nenhuma novidade


Coluna do Filiado - Voz do Partido NOVO

 

Por Nilton Rossano (pré-candidato a vereador pelo NOVO-SP),

Ao final de 2015 o impostômetro computou mais de dois Trilhões de reais em carga tributária. Os tributos federais representam 65,95%, os estaduais equivalem a 28,47% e, os municipais, a 5,58% deste total. Individualmente, o tributo de maior arrecadação é o ICMS (19,96% do total), seguido do INSS (19,18%), Imposto de Renda (15,62%) e Cofins (10,13%).

Teoricamente, estes impostos deveriam retornar na forma de bons serviços públicos. Para nossa infeliz constatação, não é bem assim que as coisas funcionam.

Olhando para fora, é possível ver muitas diferenças entre os países desenvolvidos e o Brasil. O maior impedimento para o nosso crescimento advém do próprio governo. Em primeiro, nossa carga tributária exerce efeitos negativos, quando não cumulativos. Seguido pela dívida pública/PIB, o nível de empregabilidade (atualmente está em constante queda) e a absurda taxa de juros real, uma das maiores do mundo.

Volta e meia acontecem algumas mudanças na legislação tributária mas, na maioria das vezes, sobre falsos pretextos de desoneração e simplificação acaba-se promovendo exatamente o oposto, com elevação da carga de tributos. Digo falsos, pois a difusão de várias normas tributárias mascararam esta elevação de tributos e os ampliam.

Apenas no primeiro semestre de 2015 a Receita Federal arrecadou mais de mais de R$ 150 bilhões. Enquanto países de todo mundo buscam formas de desoneração pois sabem o peso que isto representa para a economia, o Brasil, invariavelmente, faz o caminho inverso.

Países como: Reino Unido, EUA, Espanha, Japão , Alemanha, Suíça, Islândia, Irlanda, Hungria, Polônia República Eslovaca e Suécia usam sistemas racionais de tributação e são consideramos países desenvolvidos economicamente. Tomar como referência o histórico de desenvolvimento econômico destes me parece o mais sensato a ser feito. Deveríamos nos pautar pelos bons exemplos, só não conseguimos entender a resistência de nosso governantes em adotar tais práticas.

Nossos velhos políticos resistem há anos em superar tais paradigmas. Visão ultrapassada? Medo da mudança? Faltam exemplos ou sobram os interesses escusos a brecar a adoção de tais  práticas? Nosso quadro político, simbolicamente, representam o peso que nos leva ao fundo do poço e que nos mantêm lá, até hoje.

Precisamos repensar a política! Da constituição aos parlamentares, se quisermos alterar neste cenário.

Acredite, trabalhe, absorva, aprenda. Vamos trazer novamente a política ao cidadão comum,  mais perto do mundo real e para longe do sofisma criado por nossos governantes, junte-se ao Novo! Somo um partido pequeno, mas com grandes pretensões e propósitos.

Lembrem-se, David derrubou o gigante. Como opção de mudança, o único partido que realmente acredita nas pessoas como agentes de mudança! Pode demorar, mas com resiliência e o apoio de toda a nação brasileira, chegaremos lá! 

 

***

Nilton Rossano é pré-candidato a vereador de São Paulo, pelo Partido NOVO-SP.

 

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