Gary Johnson é nomeado candidato pelo partido Libertário nos EUA


O candidato do Partido Libertário à presidência dos EUA, Gary Johnson, em imagen de arquivo (Foto: Nicholas Kamm/AFP)

O candidato do Partido Libertário à presidência dos EUA, Gary Johnson, em imagen de arquivo (Foto: Nicholas Kamm/AFP)

 

Ex-governador do Novo México foi eleito candidato em convenção na Flórida. Afirma buscar a atenção dos eleitores que se dizem independentes

De AFP,

Gary Johnson, o ex-governador republicano do Novo México, foi eleito neste domingo (29) o candidato presidencial do Partido Libertário, pequena formação que pode fazer a diferença nas eleições presidenciais de 8 de novembro.

Johnson foi eleito na convenção de seu partido em Orlando, na Flórida, e disse que ganhará votos de um eleitorado desiludido em virtude de sua honestidade. “Eu digo a verdade. Não sou um mentiroso”, declarou.

Johnson já levantou essa bandeira nas eleições de 2012, quando obteve somente 1% dos votos. Mas neste ano, contudo, o cenário é diferente: Johnson tem a seu favor o caos provocado pela vitória de Donald Trump nas primárias republicanas e os problemas de imagem de Hillary Clinton, à frente nas prévias democratas.

Nos Estados Unidos, a corrente libertária (“libertarian” em inglês) é pequena, porém persistente. É a favor da liberdade individual e da redução do papel do Estado federal na economia.

Aposta complicada

Apostar nessa mensagem para eleições presidenciais em um sistema bipartidário é complicado. Para se candidatar à Casa Branca, é preciso se inscrever em separado em cada um dos 50 estados. E cada um tem procedimentos diferentes. Por isso, historicamente são poucos os partidos que têm os meios para apresentar um terceiro candidato.

Em 2012, Gary Johnson estava incluído nas folhas de votação de 48 estados, mas este ano o partido deve figurar nas 50 unidades da federação. O Partido Verde tenta fazer o mesmo.

Gary Johnson diz que tentará buscar a atenção dos milhões de eleitores que se declaram independentes.

“Os republicanos deveriam querer menos Estado, mas fizeram o contrário. Seja qual for o partido no poder, nada muda, mas as pessoas sabem que temos de reduzir nossos gastos”, disse em entrevista à France Presse no começo deste ano.

Em relação aos democratas, condena sua timidez sobre o tema migratório e sua responsabilidade na superlotação dos presídios. Johnson quer abrir as fronteiras e legalizar a maconha. Até janeiro deste ano, foi diretor-geral de uma empresa de produtos do cânhamo, a Cannabis Sativa. Em Política Externa, é totalmente contra intervenções em outros países

Fonte: g1.globo.com

 

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