11 frases que mostram como pensa o novo presidente do Banco Central


Ilan Goldfajn (foto de Claudio Belli / Valor)

Ilan Goldfajn (foto de Claudio Belli / Valor)

Ortodoxo e respeitado no mercado, ele defende a independência do Banco Central

Por Geovana Pagel (IstoÈ Dinheiro),

O economista Ilan Goldfajn foi escolhido para comandar Banco Central no governo Michel Temer. Goldfajné economista-chefe e sócio do banco Itaú e exerceu o cargo de diretor de Política Econômica do Banco Central de 2000 e 2003, na gestão Armínio Fraga.

Com Fraga, Goldjan fundou o Instituto de Ensino e Pesquisa em Economia da Casa das Garças, que tem como um dos sócios fundadores Edmar Bacha, integrante da equipe econômica que formulou o Plano Real e também João Dionísio Amoedo, Presidente Nacional do Partido NOVO. O economista também tem passagem pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), onde trabalhou entre 1996 e 1999. Ele tem mestrado pela PUC-Rio e doutorado pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT).

Confira 11 frases de Goldfajn:

“Em algum momento o BC deverá reduzir os juros, ratificando essa trajetória de queda da inflação, provavelmente ainda este ano.”
(Artigo publicado em 5 de abril de 2016)

“Estamos vivendo uma dupla crise econômica: a nossa e a internacional.” 
(Entrevista publicada em 16 de fevereiro de 2016)

“O foco do Brasil mudou quando olhamos para 10 ou 15 anos atrás e agora nós passamos a ter menor representatividade em fóruns mundiais. Essa política de isolamento acentuou as nossas dificuldades em fazer acordos comerciais.”
(Entrevista publicada em 2 de dezembro de 2015)

“O investidor quer saber: quem pagará o ajuste?”
(Artigo publicado em 9 de novembro de 2015)

“Muitos são a favor do ajuste fiscal em tese, mas ninguém está disposto a pagar essa conta.”
(Artigo publicado em 7 de outubro de 2015)

“Sem a volta do investimento, dificilmente a economia se recupera. Portanto, sem equacionar o fiscal, não haverá retomada da economia.”
(Artigo publicado em 6 de outubro de 2015)

“A reforma mais importante é a da Previdência, cujo gasto cresce 0,3% do PIB ao ano, o que não é sustentável.” 
(Artigo publicado em 6 de outubro de 2015)

“Na ausência de reformas, um ajuste unicamente pelo lado das despesas para ajustar 3,5% do PIB parece dramático.” 
(Artigo publicado em 5 de outubro de 2015)

“A forma certa de ganhar competitividade é ganhar produtividade. Usar o câmbio para isso é a saída pela pobreza, pela queda da renda. Salários reais caem e reduz-se o custo do trabalho em moeda estrangeira e gera produtividade à custa do empobrecimento.”
(Entrevista publicada em 2 de setembro de 2015)

“O alto custo de produzir no Brasil bloqueia a capacidade da economia crescer.”
(Artigo publicado em 8 de julho de 2015)

“Governo tem que ser pragmático.”
(Entrevista publicada em 27 de janeiro de 2013)

Fonte: istoedinheiro.com.br

 

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