Porque decidi me filiar a um partido político


 

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Porque decidi me filiar a um partido político

Por Petrus Evelyn,

Olá a todos, meu nome é Petrus Evelyn Martins, tenho 27 anos, nascido em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, mas vivi a maior parte da minha vida no Piauí e sinto-me piauiense e ainda mais teresinense pois foi aqui que cultivei minhas raízes afetivas mais profundas.

Sou formado em jornalismo, mas como a grande maioria dos brasileiros – e também das pessoas de sucesso – não atuo na área em que possuo formação acadêmica formal – e hoje busco maneiras de empreender e quebrar velhos paradigmas e regras mercadológicas oferecendo consultorias empresariais, atendimentos diferenciados relacionados com o que vejo de mais avançado no mundo inteiro em relação a modificação do comportamento, neurologia, mudança da mente etc.

Acredito piamente que nenhum conhecimento deva estar preso a nenhuma universidade ou nenhuma academia e sim o conhecimento pertence a todos, por isso preferi me manter alheio a busca títulos e fui em busca de mais conhecimento útil para a sociedade como busco ser além de rótulos.

Sempre, no entanto, evitei questões políticas por aquele mesmo sentimento de “tudo vai ser sempre assim, nunca vai ser resolvido”. Eu mesmo tinha visões políticas que chegavam ao extremo de realmente ignorar ao máximo possível as adversidades que a política e os governos naturalmente trariam pra minha vida, pois aquelas eram condições que eu não tinha forças para combater sem me envolver de maneira suja.

E, de repente, eu vejo que existem soluções. As soluções são muito mais simples que chegam a ser óbvias. Eu procurava nos outros coisas que estavam mim. No indivíduo. Nas minhas liberdades pessoais. Eu queria que um título acadêmico me definisse, eu queria que o governo resolvesse meus problemas, que tudo me seria de certa forma assegurado por um “governo pai” autoritário que fazia pequenas concessões enquanto era severamente exigente.

Como cidadão, pessoa, indivíduo, cada um pertence apenas a si mesmo. Governo nenhum deve guiar seus caminhos, suas escolhas, o que você faz com você senão você mesmo. Eu, que antes odiava política por conta de politicagens e negociatas comecei a ver como única saída a mais óbvia desde o início: que todos sejam livres como desejam ser e que o governo garanta apenas o mais básico para todos e não que seja um empresário que comanda cada passo e decisão do cidadão.

Busquei então os velhos caminhos e tentei o mais do mesmo para coisas totalmente novas. Como o Partido Novo, que é uma ideia incrível e que eu, do Piauí, quero fazer parte, quero adicionar com o que for possível para tornar essa uma realidade para cada um dos milhões de indivíduos, únicos, singulares que podem ser chamados de piauienses.

Fonte: petrusevelyn.blogspot.com.br

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